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Noticias do momento

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04
Nov11

Renegociação dos contratos pode valer mil milhões

adm

Novo estudo da KPMG aponta benefícios para o Estado que podem chegar a 1.900 milhões.

O impacto da renegociação dos contratos entre o Estado e os privados relativos a seis concessionárias rodoviárias - quatro delas SCUT (sem cobrança ao utilizador) - terá sido positivo em mais de mil milhões de euros para o Estado e para a Estradas de Portugal (EP), segundo um estudo da consultora internacional KPMG, a que o Diário Económico teve acesso. Este saldo consiste no diferencial resultante da diferença entre o potencial de receitas de portagens futuras e os encargos de disponibilidade futuros, deduzidos dos encargos com as SCUT, que vão deixar de existir.

A renegociação dos contratos destas concessões rodoviárias tem sido debatida na Comissão Parlamentar de Economia e Obras Públicas, que hoje realizará nova sessão, com as audições de responsáveis da KPMG e do secretário de Estado das Obras Públicas, Sérgio Monteiro da Silva.

A KPMG, que é consultora financeira da EP desde 2001, viu-se envolvida numa polémica sobre um outro estudo, divulgado na semana passada pelo Diário Económico e na própria Comissão Parlamentar de Obras Públicas pelo ex-secretário de Estado da tutela, Paulo Campos. Numa carta endereçada ao presidente da Comissão, um administrador da consultora, Paulo Santos, acusou o ex-governante de "utilização indevida da imagem e nome da KPMG". Paulo Campos refutou a acusação e o PS chamou hoje ao Parlamento os responsáveis da KPMG.

fonte:http://economico.sapo.pt

04
Nov11

Governo estuda tarifas iguais para Metro e Carris

adm

A criação do passe Cidade e de tarifas iguais para Metro e Carris, assim como a definição de «tarifas por zona» na CP são propostas do grupo criado para estudar a reestruturação dos transportes da Área Metropolitana de Lisboa.

O documento intitulado «Simplificação tarifária e reformulação da rede de transportes da Área Metropolitana de Lisboa», a que a agência Lusa, foi apresentado na segunda-feira às autarquias.

O grupo de trabalho sugere a simplificação tarifária, com a eliminação dos passes próprios do Metro e da Carris, ao criar-se um novo passe Cidade e o bilhete Cidade. Também se recomenda a implementação da tarifa plana, que permite utilizar Metro e Carris pagando o mesmo, independentemente da circulação nas coroas L e L1, assim como a fusão dos títulos suburbanos.

«Todos os passes combinados de operadores suburbanos são feitos com o passe Cidade e não com o Metro e Carris separadamente», lê-se no documento.

A generalização do zapping (cartão que permite usar diferentes meios de transporte) e da validação de bilhetes sem contacto a todos os operadores é outra das propostas feitas.

A redução de títulos, segundo as contas deste grupo de trabalho, resultará na eliminação de 18 passes com a criação do passe Cidade e no fim de 56 passes relativos ao Combinado CP.

Já no Combinado Grupo Transtejo deverão eliminar-se 10 passes, no Combinado Rodoviária de Lisboa irão acabar 12 passes e no Combinado Transportes Sul do Tejo outros 12. O grupo avança o fim de seis passes com os Combinados Vimeca.

Especificamente sobre os serviços da CP - Comboios de Portugal, as sugestões são para a eliminação de critérios e tarifas diferenciados para cada linha e para o mesmo percurso, assim como do cálculo das centenas de combinações possíveis conforme o ponto de partida e/ou chegada.

As alterações, segundo o documento, levarão à criação de «tarifas por zona, independentemente da linha ou percurso», enquanto na cidade de Lisboa haverá possibilidade de articulação com o passe Cidade.

Ao mesmo tempo, aponta-se a «manutenção de passe CP para permitir combinados de rede».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

04
Nov11

Governo quer suspender 15 carreiras Lisboa-Trafaria

adm

A supressão da ligação da Transtejo entre Lisboa e Trafaria/Porto Brandão, a redução do horário do Metropolitano de Lisboa e o fim de mais de uma dezena de carreiras diurnas da Carris são propostas de um grupo de trabalho nomeado pelo Governo.

O documento intitulado «Simplificação tarifária e reformulação da rede de transportes da Área Metropolitana de Lisboa», elaborado por um grupo criado para estudar a reestruturação dos transportes em Lisboa, foi apresentado na segunda-feira às autarquias.

As propostas, às quais a Lusa teve acesso, indicam para oGrupo Transtejo dois cenários que sugerem o fim das ligações entre Lisboa e Trafaria/Porto Brandão.

Num primeiro cenário, defende-se o final das ligações à Trafaria/Porto Brandão e ao Seixal e a manutenção da ligação ao Montijo em dias úteis e períodos de ponta.

Nas carreiras de ligação a Cacilhas e Barreiro, o grupo sugere a manutenção, mas com uma «menor utilização dos novos ferries/utilização de navios de menor consumo», «antecipação da hora de encerramento do serviço diário» e a «redução da frequência aos fins-de-semana». É ainda indicada a «concentração da operação no terminal do Cais do Sodré».

Num segundo cenário, as propostas vão no sentido de acabar com as ligações à Trafaria/Porto Brandão e manter as ligações ao Montijo e Seixal em dias úteis e períodos de ponta. 

Para as carreiras Lisboa-Cacilhas e Lisboa-Barreiro, as propostas repetem-se nos dois cenários.

Já no cenário dois, o grupo recomenda a manutenção dos terminais do Cais do Sodré e do Terreiro do Paço e «a actualização tarifária nas ligações de baixa procura: Seixal e Montijo». 

No documento é ainda colocada a hipótese de uso dos títulos Transtejo Montijo/Seixal nas ligações Barreiro/Cacilhas fora das horas de ponta e aos fins-de-semana.

Sobre o Metropolitano de Lisboa, refere-se a redução dos horários em duas horas em quase toda a rede, com a passagem do encerramento das 01:00 para as 23H00, excepto no caso das ligações entre Pontinha e Amadora (Linha Azul) e entre o Campo Grande e Odivelas (Linha Amarela), para as quais se sugere o encerramento às 21H30.

Por ponderar estão também a diminuição da velocidade máxima para 45 quilómetros/hora fora dos períodos de ponta e na Linha Verde pretende-se operar com comboios de três carruagens.

O documento indica ainda a diminuição da frequência de circulações fora dos horários mais procurados e o encerramento de átrios secundários de algumas estações à noite e aos fins-de-semana.

Para a Carris, o grupo de trabalho propõe a reformulação da oferta actual, com a supressão total de 15 carreiras da rede diurna (49, 76, 79, 753, 797, 799, 10, 21, 22, 25, 745, 764, 777, 790 e eléctrico 18), o encurtamento de 15 percursos (12, 31, 44, 70, 701, 708, 709, 711, 717, 718, 726, 732, 28, 36 e 54) e o fim do serviço nocturno em cinco (701, 793, 31, 724 e 729).

A supressão também está prevista para as oito carreiras da Rede da Madrugada, mas, como compensação, o grupo sugere simultaneamente que outras tantas carreiras aumentem o período de circulação, com mais uma viagem ao final da noite e duas ao início da manhã.

Na proposta estão ainda previstos ajustamentos de percursos e redução da circulação de um veículo em alguns deles, assim como um prolongamento do percurso para o autocarro 760 (Martim Moniz ¿ Cemitério da Ajuda). 

Para os comboios da CP são sugeridos novos horários. Quando há menor procura, o grupo refere a circulação de apenas uma unidade motora, quando actualmente durante o dia os comboios circulam com duas unidades acopladas.

A nível da oferta, a sugestão é nomeadamente o reforço para a Estação do Oriente, entre Sete Rios até ao Oriente, e da frequência nos períodos fora dos horários de ponta.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

03
Nov11

Portugal pode ter ouro de classe mundial

adm
A empresa canadiana que está a realizar a exploração experimental de ouro em Portugal está optimista com potencial aurífero em Évora.

A Colt Resources, que assinou com o Governo português contratos de três anos para extrair ouro nas freguesias de Nossa Senhora da Boa-Fé (Évora) e Santiago do Escoural (Montemor-o-Novo), diz que se os estudos da empresa se revelarem acertados, o metal precioso existente em Évora é de qualidade superior, semelhante às descobertas no Canadá, Austrália e Gana.

“Estamos convictos de que a zona da Boa-Fé tem imenso potencial e pode vir a demonstrar ser uma descoberta de classe mundial”, declarou o CEO da Colt Resources em entrevista à Bloomberg.

As anteriores tentativas de encontrar ouro nesta zona falharam porque se concentraram apenas numa área de pequena dimensão, tendo a Colt encontrado sinais de um vasto depósito aurífero depois de ter alargado ao raio de exploração, referiu - numa outra entrevista - Jorge Valente, que preside à unidade portuguesa da empresa canadiana, a Eurocolt Resources.

Além da exploração nas freguesias de Nossa Senhora da Boa-Fé e de Santiago do Escoural, o Governo permitiu também a prospecção regional de ouro em vários concelhos das redondezas.

Sublinhe-se que o ouro é a matéria-prima que está a valorizar há mais tempo nos mercados internacionais. Desde o início de 2011, acumula já uma subida de 23,66%, tratando-se do 11º ano consecutivo de ganhos. 

Hoje, segue a negociar nos 1.757,28 dólares por onça, a ganhar 1,07%. Este ano, o metal precioso registou sucessivos máximos históricos, tendo marcado o mais alto nível de sempre a 6 de Setembro, nos 1.925,15 dólares.
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/
03
Nov11

Governo recua no limite de endividamento das autarquias

adm

O Governo recuou na intenção de reduzir para metade o limite de endividamento das autarquias, anunciou o presidente da Associação Nacional de Municípios de Portugal (ANMP), Fernando Ruas, citado pela TVI.

De acordo com o representante dos municípios, o limite mantém-se nos 125%, em vez de baixar para metade, como estava inscrito na proposta do Orçamento do Estado para 2012.

O anúncio foi feito por Fernando Ruas após uma reunião com o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho. «Será mantido o limite actual», disse.

A proposta do Orçamento do Estado (OE) para 2012 estabelece que o valor do endividamento líquido no próximo ano «não pode exceder 62,5% do montante das receitas provenientes dos impostos municipais, das participações do município no Fundo de Equilíbrio Financeiro, da participação no IRS [imposto sobre o rendimento das pessoas singulares], da derrama e da participação nos resultados das entidades do sector empresarial local relativas ao ano anterior», uma medida que deixaria «200 municípios no vermelho, de forma administrativa».

As autarquias devem agora «encontrar formas de garantir o abaixamento do endividamento», uma matéria que será estudada, explicou o autarca social-democrata.

Fernando Ruas lembrou que as autarquias fazem já «amortizações de 450 milhões de euros, um valor muito superior ao que se pretendia com o abaixamento do limite de endividamento, dá para garantir esse objectivo e há-de dar sobrar muita coisa».

No que toca aos municípios, «a proposta de lei do Orçamento do Estado será francamente melhorada», declarou Fernando Ruas, acrescentando que o Governo mostrou hoje «a devida abertura» para «uma boa parte dos problemas» que afectam as autarquias.

O OE vai manter o corte de 120 milhões de euros nas transferências, previsto para 2012, avançou Fernando Ruas.

«Esse é o contributo financeiro bem expressivo, de acordo com o memorando da troika, e isso nem foi questionado. Essa é a parte que os municípios vão ter de suportar», disse o presidente da ANMP, lembrando que, com a aplicação dos sucessivos Programas de Estabilidade e Crescimento, os municípios já sofreram um corte de 30 por cento nas transferências, na ordem dos 600 milhões de euros.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/

03
Nov11

Chevrolet Portugal admite despedimentos

adm

No ano em que a Chevrolet completa cem anos, admite que as vendas vão cair até 40% em Portugal.

A crise em Portugal vai arrastar o sector automóvel. A Chevrolet admite uma quebra nas vendas na ordem dos 30% ou 40% até ao final do ano. O director-geral da marca em Portugal, João Falcão Neves, diz ao Económico que "sobretudo de Setembro para a frente há uma quebra acentuada de vendas, nomeadamente no retalho". Os números devem "ter caído entre 30 e 40 por cento, com tendência a agravar-se até ao final do ano".

O responsável garante que os cerca de 25 postos de trabalho exclusivos para a Chevrolet vão manter-se, um cenário que pode ser diferente na rede de perto de 40 concessionários. 

João Falcão Neves defende que "os empregados que temos são os que consideramos necessários para levar o negócio para a frente tal como está desenhado", mas que na rede de concessionários, "se o mercado cair vai ter de adequar a estrutura". No entanto, a marca vai manter o número actual da rede.

As medidas de austeridade em Portugal vão fazer com que haja uma mudança de hábitos e trocar de carro vai ser mais raro. O director-geral da Chevrolet acredita que "a rotaçao dos carros vai baixar. A ideia de mudar o automóvel de quatro em quatro anos não faz sentido com a economia das famílias portuguesas de hoje".

Mas o cenário em Portugal contrasta com a evolução da marca no Mundo. 2011 é o ano da celebração dos cem anos da Chevrolet e, segundo João Falcão Neves, é o "melhor ano de sempre". Por isso, o objectivo na Europa mantém-se: ser a marca número um não-europeia no Velho Continente. "Há países em que vendemos mais, noutros vendemos menos", recorda o responsável, sublinhando que "continuamos na Grécia" e nesse país até aumentámos a quota de mercado.

Chevrolet faz cem anos e aposta nos eléctricos

Para marcar os cem anos de existência, a Chevrolet vai iniciar a venda do Volt, o modelo eléctrico. Em Portugal devem ser vendidos pouco mais de uma centena no próximo ano, isto devido a limitações de produção. Os dois primeiros podem sair do stand até Dezembro. A diferença entre o Volt e outros modelos é que o sistema de combustão é accionado para alimentar um gerador que, por sua vez, recarregar a bateria. Na prática, o sistema de combustão não está ligado às rodas, o que aumenta a capacidade do carro em caso da bateria ficar descarregada. Neste caso a autonomia pode chegar aos 500 quilómetros. O director-geral em Portugal garante que, mesmo que o preço não seja dos mais baratos, a sua utilização é uma ajuda para os bolsos dos portugueses, já que o custo de utilização diário ronda apenas "dois euros".

fonte:http://economico.sapo.pt/

03
Nov11

Vendas de carros novos em mínimos de 23 anos

adm

As vendas de automóveis ligeiros registaram a quebra homóloga mais acentuada dos últimos dois anos e meio.

As vendas de carros novos voltaram a cair em Portugal, indica hoje em comunicado a ACAP-Associação Automóvel de Portugal. Em Outubro, foram vendidos menos 40% veículos ligeiros, comercias e pesados, ao serem matriculados 11.698 novos carros.

A Renault, líder de mercado, vendeu menos 513 carros, uma quebra de 35,4% face a Outubro de 2010. A marca ‘low cost' da fabricante francesa - a Dacia - seguiu a tendência e registou um decréscimo nas vendas de 29,4%, passando de 163 veículos vendidos no ano passado para 115.

Já a Volkwagen, segunda marca mais comercializada, encolheu as vendas em 40,7% no mês passado. As construtoras Peugeot, Ford, Citroën e Opel seguiram a tendência e também fecharam o mês no 'vermelho'.

Em sentido contrário, a Hyundai (35,4%), a Smart (5,5%) e a Lancia (43,6%) conseguiram aumentar as vendas. Estas foram aliás as únicas marcas com desempenhos positivos neste período.

Nas marcas de luxo, a Ferrari, a Lamborghini e a Jaguar conseguiram aumentar as vendas em Outubro deste ano, em comparação com o mesmo mês em 2010. As vendas da Ferrari subiram 100%, de 1 para 2 carros, as da Jaguar cresceram 6,3%, passando de 16 para 17 unidades vendidas enquanto a Lambor4ghini passou de nenhum carro vendido em Outubro do ano passado para dois este ano.

A comercialização de veículos ligeiros de passageiros (9.126) bem como de comerciais ligeiros (2.324) escorregou 40,5% em Outubro de 2011 face ao período homólogo do ano passado. É a quebra mais acentuada dos últimos dois anos e meio, sendo que há 23 anos que não se vendiam tão poucos carros.

No que diz respeito ao mercado de veículos pesados, registou-se um decréscimo de 5,1%, tendo sido vendidos 248 veículos.

Entre Janeiro e Outubro, as vendas de carros novos diminuiram 24,9% face a igual período de 2010, atingindo um total de 161.724 unidades vendidas no País, verificando-se um agravamento da tendência decrescente iniciada em Janeiro do corrente ano.

fonte:http://economico.sapo.pt/

02
Nov11

Contribuintes afectados pelos cortes no subsídio já este mês

adm

É já a partir deste mês que as famílias vão sentir os efeitos da sobretaxa extraordinária que vai implicar um corte no subsídio de Natal.

Quando as entidades empregadora pagarem o subsídio de Natal, o Estado vai reter parte do montante pago. Assim, trabalhadores do sector privado, funcionários públicos e pensionistas vão sentir o efeito da medida de austeridade já no final deste mês.

Isto porque os contribuintes receberão o seu subsídio já sem este montante, uma vez que é retido na fonte pela entidade patronal, Segurança Social ou Caixa Geral de Aposentações. E no final - quando os contribuintes entregarem as suas declarações no próximo ano -, serão feitos acertos, tendo em conta a sobretaxa que vier a ser apurada, segundo os cálculos das Finanças, podendo até haver lugar a reembolso.

O imposto vai aplicar-se a todo o tipo de rendimentos, afectando o trabalho dependente e pensões, o trabalho independente, os rendimentos provenientes de rendas e de mais-valias. Mas há excepções como sejam os juros de depósitos e dividendos. Na prática, será aplicado uma taxa aos rendimentos acima do salário mínimo nacional e já depois de feitos os descontos para as Finanças, Segurança Social e ADSE.

Nos rendimentos sujeitos a imposto, a diferença reside no momento do pagamento. Assim, trabalhadores por conta de outrem e pensionistas vão ficar com menos dinheiro disponível a partir deste mês e a data limite para esta entrega é a 23 de Dezembro. Já nos trabalhadores independentes, os rendimentos provenientes de rendas e de mais-valias pagam só em 2012, quando entregarem a sua declaração de rendimentos. Como os trabalhadores por conta própria não recebem subsídio de Natal, a sobretaxa será apurada apenas em 2012, quando a declaração for entregue. Por outro lado, só no final deste ano é que se poderão calcular as mais-valias e rendas recebidas.

fonte:http://economico.sapo.pt/

02
Nov11

Chuva mantém-se até sábado e temperaturas vão descer

adm

De acordo com o Instituto de Meteorologia a chuva vai continuar até sábado.

As temperaturas vão começar a descer já a partir de amanhã. Prevê-se que hoje a temperatura máxima em Lisboa se situe nos 20 graus, amanhã desce para os 17 e sexta-feira para os 15 graus. As temperaturas mais baixas vieram para ficar. Já a chuva, de acordo com a mesma fonte, vai cair até sabádo em Lisboa e até domingo no Porto.

Para os Açores o Instituto de Metereologia prevê chuva pelo menos para os próximos dez dias.

Já na Madeira as previsões metereologicas são semelhantes às do Continente. 

A forte chuva sentida nas últimas horas provocou vários acidentes e danos materiais. Em Lisboa dois elementos do Regimento de Sapadores Bombeiros ficaram hoje feridos com gravidade na sequência do embate da viatura em que seguiam contra a montra de um edifício na Avenida de Berna. Do acidente resultaram ainda ferimentos ligeiros em dois bombeiros, enquanto outros dois elementos dos Sapadores de Lisboa foram transportados para o hospital para observação.

A forte chuva provocou algumas inundações na estações do Metro de Lisboa, mas não obrigou ao encerramento de estações, disse à agência Lusa fonte da empresa.

A força da água que caiu durante as últimas horas fez com que "várias viaturas, incluindo duas motos da PSP", fossem arrastadas na rotunda das Nações, em Barcarena, por baixo do viaduto do IC19, revelou à Lusa fonte policial.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

 

02
Nov11

Mais meia hora de trabalho coloca em risco acordo para a competitividade

adm

CGTP e UGT recusam o alargamento do horário de trabalho e o consenso está longe de ser conseguido.

O acordo entre o Governo e as centrais sindicais e patronais está longe de ser conseguido, pelo menos no curto-prazo. O alargamento do horário de trabalho e a forma como o Governo tem conduzido as negociações são as principais críticas feitas pelos parceiros. Isto, apesar de o Executivo já ter dito que fará "tudo o que é possível para chegar a um acordo".

As centrais sindicais, UGT e CGTP, admitiram ao Diário Económico que todo o acordo poderá estar em risco por causa do alargamento do horário de trabalho em mais meia hora diária a custo zero para os empregadores. Por seu lado, a Confederação do Comércio de Portugal (CCP) realça que o Executivo tem mantido "uma posição negocial bastante fechada", o que juntamente com a postura das centrais sindicais "vai dificultar um consenso no curto prazo.

A questão do alargamento do horário de trabalho em mais meia hora por dia é a que mais polémica tem gerado e promete continuar em cima da mesa no dia 9, data da próxima reunião. O dirigente da CGTP, Arménio Carlos, rejeita esta proposta e defende que "a competitividade não aumenta por esta via", mas sim através da qualificação, por exemplo. "Caso seja aplicada, a medida resultaria numa transferência directa do rendimento do trabalho para o lucro das empresas", sublinhou ainda. Para Arménio Carlos, "o acordo poderá estar em risco" com o acréscimo de 2,5 horas semanais de trabalho. No mesmo sentido, João Proença, da UGT, afirmou que "não haverá qualquer tipo de acordo com a proposta actual". "O problema é a intransigência do Governo, porque esta solução é totalmente inaceitável e leva a um aumento brutal do desemprego". O responsável afirmou ainda que "levará a um aumento da conflitualidade entre empregadores e trabalhadores".

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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