31
Out 11

Poupe 2.100 euros nos impostos

Este será o último ano para aproveitar as deduções de IRS tal como as conhece até aqui.

Falta pouco para o ano terminar, pelo que se deve recolher o máximo de facturas que se puder das despesas de saúde, educação, casa, etc. É que o Orçamento do Estado para 2012 introduz grandes alterações nos montantes que poderá deduzir. No final, o contribuinte poderá deduzir um montante menor, pagando mais imposto ou recebendo menos de reembolso. Saiba então o que pode deduzir aos rendimentos deste ano.

No final, poderá deduzir um montante máximo de 2.100 euros, entre deduções e benefícios fiscais. Na saúde, por exemplo, podem deduzir-se 30% das despesas realizadas sem qualquer limite de montante. No próximo ano já não será assim: as deduções foram limitadas a 10% até um tecto de 838,44 euros. Na educação podem deduzir-se as despesas com a escola dos filhos ou com a própria formação em 30% até um limite de 760 euros.

No caso das despesas com a casa, o contribuinte poderá deduzir na declaração a entregar em 2012, 30% dos gatos com juros e amortizações e rendas até um limite de 591 euros. Este montante será majorado até 886,5 euros para contribuintes com rendimentos até 7.410 euros por ano. É neste capítulo que se dão as maiores alterações no próximo ano (para as declarações a entregar em 2013). É que as amortizações deixam de ser dedutíveis e os juros continuam a sê-lo mas apenas para os contratos de compra e venda celebrados até 31 de Dezembro de 2011. A dedução será de apenas 15%_até um limite de 591 euros. Os novos contratos deixarão de poder fazer deduções. Já as rendas poderão continuar a fazer as suas deduções (respeitando aqueles limites), quer se tratem de contratos novos ou antigos.

Os benefícios fiscais também tiveram alterações. O anterior Governo introduziu tectos globais aos montantes de que os contribuintes podiam usufruir. Estes limites variam consoante os rendimentos e oscilam entre os 100 euros para o terceiro escalão e os 50 euros para quem ganhe entre 66 mil e 153,3 mil euros. Acima desse valor não há direito a benefícios fiscais.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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31
Out 11

Jorge Coelho renuncia à subvenção vitalícia de ex-ministro

O antigo ministro das Obras Públicas enviou na semana passada uma carta ao presidente da Caixa Geral de Aposentações a pedir a renúncia à subvenção vitalícia que recebe há dois anos.

Jorge Coelho renunciou à subvenção vitalícia de 2400 euros mensais que recebia há dois anos, confirmou o próprio à TSF. O actual administrador da Mota Engil disse ter enviado este pedido de renúncia na semana passada por carta ao presidente da Caixa Geral de Aposentações.

O responsável não adiantou o que o motivou a tomar esta decisão, que surge, contudo, depois da intenção do Governo de acabar com as subvenções a ex-políticos que trabalhem no sector privado.

Recorde-se que os titulares de cargos políticos - incluindo governantes, deputados e os juízes do Tribunal Constitucional - têm direito por lei a uma subvenção vitalícia, por exercício de funções durante 12 anos consecutivos ou interpolados. Este regime terminou em 2005, embora com um período transitório até 2009.

No Orçamento do Estado de 2011, os ex-políticos deixaram de poder acumular a subvenção com vencimentos do sector público, mas ficaram com a possibilidade de acumular com salários do sector privado.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

 

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30
Out 11

Saiba qual o valor do rendimento anual a partir do qual os reformados têm de entregar IRS

O Económico mostra-lhe o valor do rendimento anual a partir do qual os reformados se encontram obrigados a entregar IRS.

Os meus pais são reformados e cada um aufere uma pensão bruta anual de 4.500 euros. Adicionalmente, são produtores agrícolas de castanha nacional, actividade pela qual recebem rendimentos. Gostaria de saber qual o valor do rendimento anual a partir do qual se encontram obrigados a entregar a declaração modelo 3 de IRS.

Apenas se encontram dispensados de apresentar a declaração modelo 3 de IRS, os contribuintes que, no ano a que o imposto respeita, apenas tenham auferido, isoladamente ou cumulativamente, (i) rendimentos de pensões pagos por
regimes obrigatório de protecção social de montante anual inferior a 6.000 euros (por contribuinte), (ii) rendimentos sujeitos a taxas liberatórias e (iii) rendimentos do trabalho dependente de valor anual inferior a 4.104 euros.

Assim, e uma vez que os seus pais, para alémdos rendimentos de pensões, auferiram, igualmente, rendimentos da categoria B (rendimentos agrícolas), os
mesmos não podem beneficiar desta dispensa de apresentação da declaração.

Como tal, os rendimentos auferidos pelos seus pais - rendimentos da categoria H e B - deverão ser incluídos nos respectivos Anexos A e B da declaração de IRS.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

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Motas de baixa cilindrada isentas de tributação vão pagar ISV

Motociclos de mais baixa cilindrada, até agora isentos de Imposto Sobre Veículos (ISV), vão pagar 60 euros de imposto.

De acordo com a proposta de Orçamento, os motociclos cujo escalão de cilindrada se situa entre 120 e 250 centímetros cúbicos (cc), muitos deles actualmente isentos de tributação, passam a pagar 60 euros de ISV já no início do próximo ano.

Actualmente, apenas os motociclos com cilindrada igual ou superior a 180 cc é que pagam ISV e mesmo assim, os que têm uma cilindrada entre 180 cc e até 750 cc, pagam um imposto equivalente a apenas 53,84 euros.

Agora, caso a proposta do Governo não seja alterada, a partir de 1 de Janeiro de 2012, as motos com cilindrada superior a 120 cc vão passar a pagar um mínimo de 60 euros de ISV. Mas esta não é a única alteração que o Governo quer introduzir nesta matéria e se a proposta de Orçamento vier a ser aprovada sem alterações, o agravamento dos impostos sobre as motas será generalizado e afectará todos os escalões de cilindrada.

"Trata-se de um aumento brutal deste imposto, na medida em que em alguns casos - como os escalões intermédios - nota-se um aumento muito pesado quando comparado com a taxa máxima", salienta a `manager` de impostos indirectos da PricewaterhouseCoopers (PwC), Manuela Silveira.

Já o secretário-geral da Associação Automóvel de Portugal (ACAP), Hélder Pedro, afirmou, por seu turno, que "num momento em que o objectivo é ter receita, vai acontecer o contrário porque haverá uma retracção nas vendas, o que prejudica, não só o sector, como o Governo".

Lembre-se que o filão mais reduzido dos motociclos, desde 55 cc a 125 cc, viu as suas vendas dispararem nos últimos dois anos, após a entrada em vigor, em 14 de Agosto de 2009, da lei 78/09 que permitia aos os detentores de carta da categoria B (automóveis) conduzirem estes veículos com dispensa da carta de motociclos.

Os dados mais recentes facultados pela ACAP mostram que entre Janeiro e Setembro deste ano, o número de vendas de veículos até 125 cc fixou-se em 11.502 motociclos, um aumento de 8,9 por cento face a igual período do ano anterior (10.565).

No total das várias categorias existentes, esta fileira representa hoje 72,9 por cento do total das vendas verificadas até Setembro deste ano, segundo a ACAP, que admite uma inversão na trajectória das vendas.

Ora, caso a alteração à legislação avance, a partir de 1 de Janeiro os motociclos de cilindrada de 180 cc até 250 cc passam também a pagar 60 euros de ISV o que representa um aumento de 12% face ao valor actual (53,8 euros), de acordo com os cálculos feitos pela PwC facultados à Lusa.

Ao escalão seguinte, até 350 cc, será cobrado um ISV de 75 euros, mais 39% face ao valor actual (53,8 euros) e, até 500cc, o valor a cobrar terá um aumento de 86%, passando de 53,8 euros para 100 euros.

O maior peso vai incidir sobre os motociclos de cilindrada equivalente a 750 cc e superiores que pagarão mais 89 por cento, ou seja, deixam de pagar os 105,57 euros e passam a pagar 200 euros, segundo os cálculos da PwC que têm por base uma comparação entre as tabelas em vigor e as futuras tabelas do código.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

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30
Out 11

Sector da construção já perdeu seis mil empresas

Nos últimos doze meses, fecharam 1.200 empresas do sector, estando actualmente em risco 140 mil postos de trabalho.

Em dez anos, o sector da construção já perdeu 230 mil postos de trabalho. Ao Diário Económico, Reis Campos, presidente da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI), diz que a salvação do sector está na reabilitação urbana e numa aposta no mercado de arrendamento.

Em dez anos de crise, acha que este é o pior momento vivido pelo sector da construção? 
Sem dúvida e os números são bem elucidativos. Nos últimos dez anos, a construção e imobiliário acumulou uma quebra na produção de 40,8%, acompanhada de uma redução de 230 mil postos de trabalho, estando a atravessar o pior momento da sua história.

Quantos postos de trabalho estão em risco no sector actualmente? 
O número de postos de trabalho em risco é de 140 mil. Nesta crise, todos os segmentos de actividade estão em queda, mas o mais afectado é o da habitação, que responde por cerca de 60% da mão-de-obra e regista uma quebra, desde 2002, de 62,5% da sua produção. Se nada for feito, a situação pode agravar-se. É imprescindível a adopção de soluções urgentes para salvar as empresas e o emprego e no segmento da habitação, há que garantir o arranque do mercado da reabilitação urbana, do arrendamento e, um melhor funcionamento do mercado de crédito.

Quantas empresas já fecharam as portas?
Desde 2007, já desapareceram mais de 6.000 empresas de construção, das quais cerca de 1.200 nos últimos doze meses. Tratando-se de um sector que representa perto de 20% do tecido empresarial, estes números não surpreendem e acredito que pecam por defeito pois, para além de serem inúmeras as situações de encerramento de empresas que não passam pelos tribunais, os processos de insolvência são longos, pelo que estes dados reflectem apenas uma parte da realidade.

Acha que o futuro do sector passa pela eliminação de postos de trabalho e por fusões entre grandes empresas? 
A eliminação de postos de trabalho não constitui solução para o sector. É antes uma consequência da falta de actividade e do ciclo de quebra do investimento e do crescimento económico, que importa inverter. Quanto à concentração do sector, considero que pode constituir uma mais valia, como forma de reforço da textura do tecido empresarial, em termos de ganhos de competitividade e de músculo financeiro para o desenvolvimento de novos projectos e conquista de mercados internacionais. No entanto, é um processo que, para funcionar, tem de resultar da iniciativa privada, devendo ser vista como ferramenta estratégica de gestão empresarial e não como resposta aos problemas conjunturais do País, ou às insuficiências de uma Banca que não está a desempenhar adequadamente o seu papel.

Um dos problemas do sector é a queda no número de habitações licenciadas? 
Em 2010, licenciaram-se apenas cerca de 24.000 fogos, o que representa uma diminuição de 78%, face aos 114.000 aprovados em 2001. E nos primeiros sete meses de 2011, licenciaram-se somente perto de 10.000 fogos novos, o que traduz uma redução que ronda os 30%, face ao período homólogo. Se por um lado, a queda no número de licenciamentos e as dificuldade de escoamento de fogos novos, poderiam indiciar excesso de oferta, por outro, sabemos que faltam 60 a 70 mil habitações para o mercado do arrendamento que, no nosso País é quase inexistente. O congelamento das rendas, aliado a uma política de crédito fácil, determinou a destruição do arrendamento, e afastou os investidores do segmento da reabilitação urbana. As carências de habitação estão longe de estar resolvidas e a solução para o problema da habitação passa pela dinamização destes mercados.

Como vê o futuro do sector tendo em conta as linhas de actuação já conhecidas do Governo?
Com muita preocupação. O Governo está centrado no controlo do défice e ninguém está a tratar da economia e das empresas. A par do reequilíbrio das contas públicas, é indispensável que a política económica garanta o futuro de Portugal e tal só será possível com um desenvolvimento económico consolidado, que impeça a desagregação do tecido empresarial e que assuma o combate ao desemprego como objectivo essencial a atingir, o que, a exemplo do que se passa nas restantes economias, passa por uma aposta no sector.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

 

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29
Out 11
29
Out 11

Casal Tallon reconciliado

Em Agosto passado, José Maria Tallon, de 51 anos, confirmou, através de um comunicado, a sua separação de Sofia Ribeiro, de 31. Na ocasião, a razão da ruptura estava ligada a uma alegada traição. A gestora estaria envolvida com o motorista do médico,Telmo Cipriano. No entanto, segundo o CM apurou, o casal já se reconciliou.

"Eles continuam a gostar muito um do outro. O tempo em que estiveram separados deu para reflectirem sobre o amor que ainda os une. E, por isso, resolveram dar mais uma oportunidade ao casamento", diz uma fonte próxima do casal.

Para já, José Maria Tallon e Sofia Ribeiro querem manter a reconciliação discreta, mas a verdade é que a gestora já voltou a trabalhar na clínica. Recorde-se que, após a separação, Sofia Ribeiro deixou de trabalhar com o então marido, tal como o motorista de Tallon, dispensado na sequência da polémica.

"É intenção do Zé Maria e da Sofia serem, agora, mais cautelosos. A verdade é esta: já não é a primeira vez que se separam, por isso, estão conscientes da forma como querem viver o casamento", diz a mesma fonte. 

MOTORISTA DESPEDIDO

Telmo Cipriano trabalhava há sensivelmente dois anos quando, neste Verão, foi dispensado das suas funções na clínica fundada pelo médico José Maria Tallon. E, se na altura, fontes próximas do médico e da sua mulher garantiam que esta estava "perdidamente apaixonada" pelo motorista, a verdade é que o romance não conseguiu vingar. 

fonte:http://www.vidas.xl.pt/ 

 

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28
Out 11

PSD tem o dobro das intenções de voto do PS

Austeridade penaliza os dois principais partidos. PCP e Bloco são os que mais crescem, segundo a Marktest.

PSD e PS são os partidos mais penalizados pela austeridade que será imposta pelo Orçamento do Estado do próximo ano, embora os social-democratas tenham o dobro das intenções de voto dos socialistas.

Segundo o barómetro de Outubro da Marktest para o Económico e TSF se as eleições fossem hoje o PSD teria 42%, o PS 20%, a CDU 11%, a CDS 5% e o Bloco de Esquerda 4%.

Na prática, no último mês, depois do primeiro-ministro ter comunicado aos portugueses a suspensão dos 13º e 14º meses de salário na Função Pública e um aumento em meia hora por dia do horário de trabalho no sector privado, o PSD perdeu seis pontos percentuais nas intenções de voto, seguido pelo PS que perdeu quatro. Os dois principais partidos são, aliás, os únicos que diminuíram o seu peso eleitoral depois dos portugueses terem ficado a conhecer as implicações do Orçamento do Estado para 2012. Sendo que, no caso do PS, regista este mês o valor mais baixo desde, pelo menos, Setembro de 2007, quando se inicia o histórico da Marktest para o Económico e TSF. 

Para João Cardoso Rosas, professor da Universidade do Minho, duas ideias merecem ser realçadas. Por um lado, "o bom resultado do PSD mostra que as pessoas interiorizaram a ideia de que vivíamos acima das nossas possibilidades, embora o partido venha, certamente, a ser penalizado no futuro quando os portugueses sentirem no bolso a austeridade anunciada no OE/2012". Por outro lado, o mau resultado do PS indica que o partido "tem dificuldade em estar e não estar com a austeridade. Assinou o memorando mas agora tenta descolar" e tem "deixado que sejam outros a assumir a verdadeira oposição ao Governo - desde logo, o Presidente da República."

Já para Pedro Adão e Silva "o PSD ainda beneficia do início de ciclo e, com o tempo, a sua queda acentuar-se-á, embora esteja a ser menos penalizadora do que aconteceu com Sócrates quando apresentou pacotes de austeridade menos brutais". O sociólogo acrescenta ainda que "o resultado do PS é fruto do lugar contraditório em que se encontra: tem responsabilidades pelo passado, não representa os descontentes e não lidera o processo negocial com a ‘troika'- está na terra de ninguém".

Numa altura em que a contestação de rua sobe de tom - há já protestos marcados por vários sectores da sociedade e uma greve geral promovida pela CGTP e UGT agendada para 12 de Novembro - quem mais beneficia são os dois partidos à esquerda do PS. O destaque deste mês vai para a CDU que aumenta em 4 pontos percentuais (o valor da queda do PS) as suas intenções de voto. Tanto no Parlamento como fora dele os comunistas têm sido um dos partidos que mais tem instigado a contestação de rua contra as imposições do Orçamento do próximo ano. O Bloco de Esquerda conseguiu, em Outubro, inverter a queda consistente do seu peso eleitoral que se fazia sentir desde Março deste ano, quando o Parlamento chumbou o PEC IV apresentado pelo Governo de Sócrates. Os bloquistas passaram de 3% para 4%.

Já o CDS, que está coligado com o PSD no actual Governo, conseguiu passar ao lado da austeridade e não saiu penalizado. Ao contrário do que aconteceu com o seu líder, Paulo Portas, que viu a sua popularidade cair substancialmente (ver página 40), os democratas cristãos passaram de 4% para 5%, ainda assim, muito aquém do resultado das últimas eleições legislativas (14,3%).

Se olharmos para os dois blocos que definem o sistema partidário português, verificamos que os dois partidos do centro-direita juntos alcançam o valor mais baixo desde Abril de 2011, enquanto os três partidos da esquerda juntos mantêm um valor muito idêntico ao alcançado nas últimas eleições legislativas - 34%. O que mudou, de facto, é que PCP e Bloco de esquerda juntos regressaram ao peso eleitoral que tinham em Outubro de 2010 (cerca de 15%), galvanizados pela contestação social que se inclina para a rua.

Este mês, às perguntas da Markest 26,1% responderam "não sabe", 9,9% optaram por "não voto", 7,6% "não responde" e 10,6% "voto branco/outros".

Ficha técnica

A sondagem da Marktest para o Diário Económico e TSF realizou-se nos dias 18 e 22 de Outubro para analisar as intenções de voto e a popularidade dos principias protagonistas políticos. O universo é a população de Portugal Continental com mais de 18 anos e que habite em residências com telefone fixo. A amostrar, constituída por um total de 809 inquiridos, foi estratificada por regiões: 160 Grande Lisboa, 92 Grande Porto, 134 Litoral Centro, 153 Litoral Norte, 180 Interior Norte e 90 no Sul; 425 a mulheres e 384 a homens; 252 a indivíduos dos 18 aos 34 anos, 275 dos 35 aos 54 anos e 282 a mais de 54 anos. A escolha dos lares foi aleatória. Intervalo de confianza de 95% e margem de erro de 3,45%. Indecisos redistribuídos de forma proporcional aos que declararam sentido de voto. Taxa de desposta 25%.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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Chuva regressa segunda-feira

Regressa o mau tempo mas não se prevê um temporal como o desta semana.

"Até Domingo não chove", afirmou ao Económico Cristina Simões do Instituto de Metereologia (IM).

O sol vai marcar presença durante o fim-de-semana, "o céu vai estar limpo ou pouco nublado e as temperaturas vão rondar os 22 graus", acrescentou a mesma responsável.

Na segunda-feira, o cenário altera-se: "A chuva regressa mas nada de grandes temporais. O céu vai estar geralmente muito nublado, com períodos de chuva, em especial nas regiões do interior a partir da tarde", antecipa a meteorologista.

A partir de quarta-feira haverá um agravamento das condições meteorológicas, com os níveis de precipitação a subirem para 94%, segundo o site do IM.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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Médicos prometem “medidas reivindicativas”

A Ordem dos Médicos e os dois sindicatos dizem que as medidas do OE/12 são “gravosas” e que a situação é “preocupante”.

A Ordem dos Médicos, o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) e a Federação Nacional dos Médicos (FNAM) prometeram hoje adoptar "as adequadas medidas reivindicativas em função da gravidade da situação, nomeadamente as que venham a decorrer da aprovação do restritivo Orçamento do Estado para 2012".

Os três organismos reuniram-se para discutir as medidas inscritas no Orçamento do Estado para a área da saúde e que apelidam de "gravosas" e "sem precedentes", concluindo que "conduzirão a uma profunda instabilidade de funcionamento das unidades de saúde e a consequências nefastas para a qualidade da prestação dos cuidados de saúde".

Os médicos contestam a prescrição de medicamentos por substância e não por marca, um diploma que foi hoje aprovado no Parlamento. Apesar de manifestarem o "inequívoco apoio à prescrição de medicamentos genéricos", os organismos que reapresentam os médicos mostram preocupação "pela abusiva troca da medicação prescrita no balcão da farmácia".

As novas regras das remunerações dos médicos em contrato individual de trabalho, inscritas no OE/12 são outro ponto de contestação. "Ao serem suspensos os instrumentos de regulamentação colectiva do trabalho, com a consequente aplicação da legislação geral, deixam de estar asseguradas as condições para a manutenção da grande maioria dos serviços de urgência", pode ler-se num comunicado enviado às redacções.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

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28
Out 11

Euromilhões com jackpot de 33 M€ na terça-feira

Nenhum apostador acertou na combinação vencedora do Euromilhões esta sexta-feira, pelo que o primeiro prémio em jogo na próxima terça-feira será um jackpot com um valor estimado de 33 milhões de euros.

O segundo prémio será repartido por três apostadores, nenhum dos quais de Portugal, cabendo 599.184 euros a cada um. O terceiro prémio vai para seis apostadores, sendo um deles de Portugal, com um valor de 99.864 euros.

A chave sorteada é a seguinte: 16 -17 – 20 - 39 - 50 e as estrelas 4 e 8. 

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