30
Set 11

Sondagem: PS é o único partido que sobe nas intenções de voto

Se as Eleições Legislativas fossem hoje, o PSD voltaria a ganhar, de acordo com o estudo da Eurosondagem para a SIC, o Expresso e a Rádio Renascença. O Partido Socialista é, no entanto, o único partido que sobe este mês. Em relação aos líderes partidários e órgãos de soberania, Cavaco Silva continua a ser o mais popular.

As eleições foram há três meses e as opções políticas dos portugueses não mudaram. O PSD continua a ser o preferido dos eleitores, com 39,3 por cento dos votos, menos três décimas do que na última sondagem.

O Partido Socialista é o único que sobe este mês. Chega mesmo a alcançar o resultado das últimas eleições, ao superar a barreira dos 28 por cento, mais 1,3 por cento do que na sondagem anterior.

O CDS/PP, partido de coligação com o Governo, soma 12,1 por cento, desce quatro décimas. Já a CDU, chega aos 8,2 por cento e cai também duas décimas. O Bloco de Esquerda também desce, com 5,3 por cento nas intenções de voto.

Cavaco Silva continua a ser o mais popular

Em relação aos líderes partidários e órgãos de soberania, Cavaco Silva continua a ser o mais popular, com 24,7 por cento, mas regista uma queda de cinco por cento nas preferências dos portugueses. O Presidente da República mantém, no entanto, o melhor saldo da avaliação da Eurosondagem.

A popularidade do primeiro-ministro regista um saldo positivo, com 11,7 por cento, mais 0,5 por cento em relação à última sondagem. Já a imagem do Executivo de Pedro Passos Coelho mantém-se positiva, com 4,7 por cento, mas desce 3,5 por cento em relação ao último barómetro.

A Assembleia da República fica nos 4,6 por cento e desce ao olhar dos portugueses três por cento.

No que toca aos líderes partidários, Paulo Portas é o mais popular, com 16,1 por cento, subiu 1,8 por cento em relação à última sondagem.

Depois de ser consagrado líder no Congresso em Braga, o socialista António José Seguro regista uma subida de 13,5 por cento, mais 2,5 por cento.

A esquerda continua a ter saldo positivo. Jerónimo de Sousa consegue 4,6 por cento, sobe 1,6 por cento, e Francisco Louçã também ganha em relação ao último barómetro, com 3,7 de saldo. Uma diferença de 2,1 por cento em relação ao último mês.

FICHA TÉCNICA

 

Estudo de Opinião efectuado pela Eurosondagem, S.A. para o Expresso, SIC e Rádio Renascença, de 22 a 27 de Setembro de 2011.

O Universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando em lares com telefone da rede fixa.

A amostra foi estratificada por Região (Norte – 20,3%; A.M. do Porto – 15,0%; Centro – 28,1%; A.M. de Lisboa – 27,0%; Sul – 9,6%), e aleatória no que concerne ao Sexo e Faixa Etária, de onde resultou Feminino (51,4%), Masculino (48,6%) e 18/30 anos (17,8%), 31/59 anos (46,6%) e 60 anos ou mais (35,6%), num total de 1.036 entrevistas telefónicas validadas, que correspondem a uma taxa de resposta de 78,2%.

O objecto da sondagem foi a intenção de voto para eleições legislativas, a actuação de órgãos de soberania e líderes partidários, e questões de âmbito político e social da actualidade.

 O resultado projectado da intenção de voto, é calculado mediante um exercício meramente matemático, presumindo que os 23,6% respondentes “Ns/Nr” se abstêm.

O erro máximo da Amostra é de 3,04%, para um grau de probabilidade de 95,0%.

 

O Responsável Técnico da Eurosondagem

Rui Oliveira Costa

Lisboa,  28 de Setembro de 2011

 

fonte:http://sicnoticias.sapo.pt/pais/article774301.ece

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Farmácias podem deixar de distribuir medicamentos comparticipados

A Associação das Farmácias de Portugal alertou, esta sexta-feira, para o facto de as medidas anunciadas pelo Governo para a área do medicamento poderem, "em breve", colocar em causa a distribuição de medicamentos comparticipados, já que retira às farmácias "elasticidade económica".

Na origem do alerta está o decreto-lei aprovado, na quinta-feira, em Conselho de Ministros, que estabelece umnovo regime para determinar o preço dos medicamentos, com o objectivo de conseguir "uma baixa generalizada dos respectivos preços" e "uma redução nos gastos públicos".

"As medidas anunciadas ontem [quinta-feira] pelo senhor ministro da Saúde podem, em breve, pôr em causa a dispensa dos medicamentos aos utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS)", afirma em comunicado a Associação das Farmácias de Portugal (AFP).

A entidade lembra ainda que "as farmácias são micro-empresas privadas que cumprem uma função essencial na cadeia de valor do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e que a sua elasticidade económica e financeira há muito que atingiu o seu limite razoável".

A AFP refere que tem vindo a alertar "o Governo e as entidades gestoras da saúde para os problemas que as políticas erráticas em torno do medicamento têm provocado na actividade das farmácias, medidas essas que poderão conduzir à necessidade de o Estado ter de vir a nacionalizar o sector".

A AFP espera ser recebida pelo ministro da Saúde, Paulo Macedo, para o sensibilizar para os problemas que decorrerão para o SNS se as farmácias deixarem de poder exercer a sua função de dispensa de medicamentos.

As novas medidas levaram à demissão em bloco da da direcção da Associação Nacional de Farmácias, como forma de protesto.

Sobre a demissão da ANF, em protesto por ter sido "marginalizada" da discussão sobre a medida de Governo de redução dos preços dos medicamentos, a AFP considera que "é a confirmação de que os problemas que as farmácias hoje vivem se devem, em grande parte, à forma irresponsável como o doutor João Cordeiro [presidente] geriu os interesses do sector".

Para a AFP, o presidente da ANF geriu "num clima de permanente confronto e sobranceria, descredibilizando o papel do farmacêutico na sociedade e alienando o capital de confiança entre os utentes e a sua farmácia" os interesses do sector.

fonte:http://www.jn.pt/

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Especialistas preocupados com "retrocesso" de eventual descida no apoio aos remédios para a asma

A possibilidade de redução da comparticipação nos medicamentos para controlar a asma está a preocupar os especialistas, que alertam para as consequências na saúde dos doentes mas também no aumento dos custos, numa decisão que representaria um retrocesso.

"Temos consciência que essa decisão não foi tomada, mas sabemos que existem algumas estruturas do Ministério da Saúde que têm indicado que se deve reduzir a comparticipação" nos medicamentos para as asmas "menos bem controladas", passando de 69% para 37%, disse à agência Lusa o presidente da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica.

Os medicamentos para as asmas "menos bem controladas" eram menos ajudados e há dois anos foi alterada a situação e a comparticipação do Serviço Nacional de Saúde passou para 69 por cento, uma decisão que estaria baseada na "necessidade de criar evidência de que existia vantagem".

"Temos mais de cerca de 20 por cento de asmáticos perfeitamente controlados e que seguem a sua vida como se não sofressem de asma, o que justifica que se mantenha este apoio", defendeu Mário Morais de Almeida.

Para o especialista, a possibilidade "é preocupante porque poderá levar a que alguns dos ganhos conseguidos em saúde", como a redução dos internamentos, com "mais cerca de 20 por cento de doentes controlados", se percam, o que seria um "retrocesso".

Com a eventual redução do apoio, os doentes "deixam de ter capacidade para aceder às medicações e perde-se o controlo da doença", passam a recorrer mais aos serviços de urgência e a cuidados não planeados, especificou.

E há que ter em conta custos não estimados em Portugal, "o que é um paradoxo", os custos indirectos, "pois as pessoas não conseguem ser produtivas", passam a faltar muito ao trabalho ou à escola, e, no caso das crianças, os pais também não podem trabalhar.

Mário Morais de Almeida lembrou que já foi demonstrado em países do norte da Europa ou nos EUA que "vale a pena apostar na prevenção", porque "consegue reduzir o impacto global e também reduzir os custos".

A Sociedade vai pedir uma audiência ao ministro da Saúde pois considera importante decidir onde alocar os recursos.

"Ninguém quer promover o esbanjamento de recursos, importa é rentabilizar" e "não pode haver retrocessos" no acesso a medicações a quem precisa, salientou o responsável.

As vacinas alérgicas, que "não se sabe se continuam a ser comparticipadas ou não" são outro tema que os especialistas pretendem analisar com Paulo Macedo.

Os especialistas vão debater estas questões na XXXII Reunião Anual da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica que vai decorrer no sábado, no Porto.

fonte:http://www.jn.pt/

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Medidas extraordinárias só valem metade do corte do défice

Até ao final de 2011 o Governo tem de reduzir o défice em 4,07 mil milhões de euros para atingir as metas exigidas pela troika. Contudo, as medidas extraordinárias que o Governo já apresentou para este ano cobrem apenas 50% daquele montante.

Em Junho, o défice das contas públicas ascendia a 6,995 mil milhões de euros, ou seja, o equivalente a 8,3% do Produto Interno Bruto (PIB). Mas nos compromissos que assumiu com a troika, Portugal inscreveu um objectivo de défice de 5,9%. Sendo assim, faltam 4,07 mil milhões (2,4 pontos percentuais) para a meta ser cumprida.

A soma de todas as medidas extraordinárias já anunciadas pelo Governo para este ano corresponde apenas a cerca de 50% do montante necessário para para executar essa redução.

Entre sobretaxa extraordinária do IRS, aumento do IVA na luz e no gás, a transferência de parte do fundo de pensões da banca e receitas com concessões, Vítor Gaspar espera arrecadar cerca de 2 mil milhões de euros.

Contas feitas, estas medidas asseguram uma redução de 1,2 pontos percentuais do défice numa descida que tem de ser 2,4 p. p..

Quando forem corrigidos do efeito sazonal, estes indicadores poderão sofrer algum ajustamento.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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INE: corte salários e prestações afeta poupança das familias

Os cortes salariais na função pública e a redução das prestações sociais estiveram na base da diminuição do rendimento disponível das famílias que viram assim a sua capacidade de poupar diminuir no final da primeira metade do ano.

 

 

De acordo com as contas nacionais trimestrais por setor institucional para o segundo trimestre do ano, a capacidade de financiamento do setor das famílias (que inclui ainda as instituições sem fins lucrativos) diminui 0,3 pontos percentuais no segundo trimestre, face aos primeiros três meses do ano, passando a situar-se nos 3,8 por cento do Produto Interno Bruto (PIB).

 

A taxa de poupança também caiu de 9,8 para 9,3 por cento neste segundo trimestre, em consequência de uma queda na poupança corrente das famílias em 6,1 por cento nos 12 meses terminados no final de junho.

fonte:Diário Digital / Lusa 

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IVA/Energia: Aumento poupa 700 mil portugueses

O secretário de Estado da Segurança Social, Marco António Costa, realçou hoje no Porto que o aumento do IVA na eletricidade e gás natural a partir de sábado não irá afetar 700 mil portugueses.

"Criámos um apoio social extraordinário que alarga dos até agora 70 mil para 700 mil o número de portugueses que beneficiarão de redução dos custos com a energia", afirmou Marco António Costa, no encerramento do III Encontro de Quadros da Misericórdia do Porto.

O governante referia-se ao Decreto-Lei n.º 102/2011, publicado hoje no Diário da República, que regula o apoio social extraordinário ao consumidor de energia (ASECE), com o objetivo de absorver a subida do IVA de seis para 23 por cento na fatura energética.

fonte:Lusa

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Madeira mantém valor da dívida em 5,8 mil milhões de euros

O secretário regional do Plano e Finanças declarou hoje que o Governo da Madeira mantém o valor da dívida que apontou, nos 5,8 mil milhões de euros, recusando o montante superior anunciado pelo ministro das Finanças.

O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, anunciou hoje que a Região Autónoma da Madeira tem uma dívida de 6.328 milhões de euros, valor superior em cerca de 500 milhões de euros ao número adiantado pelo governo de Alberto João Jardim. 

“O governo regional mantém a sua posição quanto ao valor da dívida da Madeira, numa postura de rigor e transparência das suas contas públicas”, disse Ventura Garcez, em conferência de imprensa após as declarações do ministro das Finanças sobre a situação financeira desta região. 

Ventura Garcez adiantou que o Executivo regional não pode “admitir que outras responsabilidades financeiras, próprias da administração local e do próprio Estado, sejam assacadas às [suas] responsabilidades”. 

O secretário contestou “a imputação de novas responsabilidades financeiras” às autoridades regionais, porque “enferma de uma análise que não teve em conta o regime constitucional do poder local, exercido pelas autarquias locais, e a participação que o próprio Estado possui no capital social da ANAM (Aeroportos da Madeira)”, que detém maioritariamente, sendo a responsabilidade da região nesta empresa de 20 por cento. 

“Esta imputação de responsabilidades carece de devido esclarecimento, em nome da clarificação e da transparência, num momento particularmente sensível de deturpação e empolamento das responsabilidades financeiras desta região”, frisou. 

Em consequência, exigiu “a devida correcção do valor da dívida”, por entender que “o ajustamento das finanças públicas passa também pela avaliação correcta das responsabilidades de cada entidade” (região e Estado).

Sobre a “preocupação” do ministro das Finanças em relação aos avales ao sector público, o governante insular salientou que “tal não faz sentido, visto que estão incluídos na dívida do sector público empresarial regional”.

fonte:http://economia.publico.pt

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Isaltino Morais já saiu da prisão anexa à Polícia Judiciária

Isaltino Morais já foi libertado do estabelecimento prisional anexo à Polícia Judiciária, em Lisboa.

"Isaltino Morais já está em liberdade", garantiu o advogado do autarca, Carlos Pinto de Abreu, aos jornalistas cerca das 18h50, sem adiantar mais esclarecimentos.

Porém, o autarca de Oeiras, que foi detido na quinta-feira, não saiu pela porta principal do estabelecimento prisional.

Segundo fonte do tribunal, a decisão da libertação de Isaltino Morais, que fora detido ontem, foi fundamentada no princípio "in dubio pro reo" (em caso de dúvida, decide-se a favor do réu).

A mesma fonte garantiu que o tribunal não tinha conhecimento de que existia um outro recurso em apreciação no Tribunal Constitucional no caso Isaltino Morais, e que tem dúvidas sobre o efeito suspensivo do mesmo em relação à execução da prisão do arguido.

Por isso, o tribunal pediu ao Tribunal Constitucional o despacho que determina o efeito suspensivo do recurso e esclarecimentos adicionais.

Porém, adiantou a fonte, foi decidido libertar o autarca, aplicando-se o princípio jurídico de, em caso de dúvida, decidir a favor do réu.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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Combinação vencedora do Euromilhões

A combinação vencedora do concurso de hoje do Euromilhões é composta pelos números 05 - 15 - 28 - 31 - 44 e as estrelas 01 e 06.

O primeiro prémio de hoje é de 48 milhões de euros.

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30
Set 11

Dívida da Madeira é de 6.328 milhões de euros

Vítor Gaspar revelou hoje que a dívida da região autónoma da Madeira era de 6.328 milhões de euros no final do primeiro semestre

Tal como o Diário Económico avançou na edição de hoje, a dívida da Região Autónoma da Madeira foi de 6.328 milhões de euros no final do primeiro semestre, "aproxidamente 123% do PIB de 2009 da região, 600% das receitas efectivas de 2010 e 920% das receitas fiscais", um valor que o ministro das Finanças disse ser "superior em 455 milhões de euros ao assumido pelo Governo Regional da Madeira".

Sublinhando que este buraco "afectou a credibilidade do país", Vítor Gaspar deixou ainda o aviso:  "É preciso alterar o quadro legal para que situações destas nao se voltem a repetir." 

O ministro quer mais medidas de monitorização, controlo e correcção orçamental.

Na sua declaração, o ministro deixou a porta aberta para ser pedido ao Continente um esforço adicional. "A solidariedade nacional será assim exercida num quadro de reconhceimento das responsabilidades da Região Autónoma da Madeira", disse.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

 

 

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