Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Noticias do momento

Noticias do momento

23
Nov11

Greve geral: conheça os transtornos mais prováveis

adm

CGTP e UGT unidas contra austeridade de Passos Coelho. Transportes públicos, escolas, repartições públicas, entre outros páram esta quinta-feira

 

Serviços mínimos nos transportes públicos e aeroportos, transtornos em escolas, tribunais e repartições públicas, constituem o cenário que acompanhará a greve geral de amanhã, quinta-feira. 

O sector dos transportes públicos de passageiros dá início à paralisação ainda esta noite de quarta-feira, e prevê-se que seja o que mais afectará a normalidade do dia-a-dia. Por ordem do Tribunal Arbitral, a Carris, por exemplo, apenas será obrigada a assegurar 50% dos serviços regulares, pelo que muitos cidadãos serão obrigados a recorrer a viaturas particulares, passando as principais cidades a ter mais tráfego do que o normal.

Metropolitano de Lisboa, empresa que mais passageiros serve no país, já anunciou paragem entre as 23h00 de hoje e as 01h00 de sexta-feira, e o mesmo constrangimento de serviços está previsto para as transportadoras Soflusa e Transtejo, que garantem a travessia do rio Tejo, em Lisboa. 

Do lado das instituições de ensino, e de acordo com a agência Lusa, sindicatos de professores e funcionários, de escolas de todo o país reiteraram a promessa de uma «forte» adesão à greve geral, e que poderá forçar o encerramento, desde pré-primárias a universidades. 

Sobre os centros de saúde, os sindicalistas das duas centrais alertaram já para a possibilidade de cancelamento de consultas e adiamento de cirurgias programadas, garantindo apenas o funcionamento dos serviços de urgência - o mesmo registo serve igualmente para os sapadores bombeiros.

Os tribunais também deverão ser afectados, admitindo-se o adiamento de julgamentos e funcionamento das cadeias, apenas com os meios indispensáveis. A mesma compressão de serviços é esperada nas entradas e saídas do país, controladas pelo Serviço de estrangeiros e Fronteiras.

A paralisação dos trabalhadores surge como resposta às medidas de austeridade, anunciadas pelo executivo de Pedro Passos Coelho, e começou por ser convocada, apenas pela CGTP, a confederação sindical mais à esquerda, tendo sido depois apoiada pela UGT, tornando-se, assim, a terceira greve geral apoiada pelas duas centrais sindicais. 
CGTP e UGT esperam grande adesão e já avisaram que esta greve é um aviso sério ao Governo.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Links

Politica de privacidade

Arquivo

  1. 2016
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2015
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2014
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2013
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2012
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2011
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D